Basta uma percorrida por alguns fóruns de cinema para se deparar com alguma discussão, às vezes acalorada, sobre erros. Não meros erros de continuidade, erros que os chamarei de anacronismo, como por exemplo a grande e debatida polêmica dos filmes sobre viagem no tempo em De volta para o futuro, Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban, Efeito borboleta, Donie Darko.
“Elvis and Anabelle” (com o nome em português “Morto de Amor”) é uma história de amor entre uma miss do Texas e o filho de um coveiro. Durante um concurso de beleza a jovem miss morre, a mãe dela só pede para deixa-la linda pela ultima vez. Mas a caminho do seu funeral é ressuscitada(?). Nesse preciso momento, Max Minghella (Elvis), desenvolve uma estranha paixão pela Blake Lively (Anabelle). As filmagens decorreram no Texas.
Quando somos crianças temos medo de inúmeras coisas, o folclore se encarrega muito bem disto trazendo elementos como o bicho papão, a mula sem-cabeça, o velho do saco e outras personagens.
De certa forma nossos pais utilizam-se destes elementos para fazer com que possamos seguir regras impostas por eles, caso isso não aconteça da forma planejada por eles sempre é usada àquela velha história: “Cuidado que o bicho papão vai te pegar quando você dormir”.
Uma coisa que eu sempre pensei é que em um namoro, cada um tem os seus amigos, e o casal tem os amigos do casal. Tudo bem que o término de um relacionamento é complicado, as vezes mais para alguns do que para outros.
A estréia mais aguardada da semana fica a cargo de “A Single Man” com a direção estreante do estilista Tom Ford. A produção independente é uma adaptação do livro de mesmo nome do escritor Christopher Isherwod que entra em cartaz nos cinemas brasileiros dia 5/3.
